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Sexta-feira, 12 de Junho 2026
Felipe Gabriel Schultze

Crítica na internet vira estratégia e gera lucro para empresas na era digital

📈 Análise da MIT Sloan Review Brasil aponta que marcas driblam a indiferença e convertem controvérsias em engajamento e relevância cultural

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Por ContextoSC
Crítica na internet vira estratégia e gera lucro para empresas na era digital
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Na era digital, até a crítica dá lucro

Vivemos uma época curiosa: ser criticado já não significa necessariamente perder espaço. Em muitos casos, significa exatamente o contrário. Isso, claro, se a empresa tiver a ousadia de transformar uma crítica violenta, exagerada ou até infundada em algo que potencialize sua presença e sua imagem. A velha frase “falem mal, mas falem de mim” deixou de ser apenas um ditado popular para se tornar uma estratégia real de comunicação.

Uma análise publicada pela MIT Sloan Review Brasil chama atenção para esse fenômeno contemporâneo. Empresas perceberam que, em um ambiente dominado pelas redes sociais e pela disputa permanente por atenção, a indiferença pode ser mais perigosa do que a crítica. O silêncio desaparece rápido. A polêmica permanece circulando.

Existe algo quase teatral na forma como o público consome conflitos hoje. Uma marca criticada vira assunto. Um erro vira tendência. Uma campanha rejeitada por um grupo encontra apoio apaixonado em outro. A indignação também produz audiência, compartilhamentos e reconhecimento. Muitas vezes, pessoas que nunca haviam ouvido falar de determinada empresa passam a conhecê-la justamente por causa da controvérsia.

A publicação cita casos em que empresas conseguiram transformar críticas em fortalecimento de imagem justamente porque não reagiram de forma defensiva. Algumas incorporaram apelidos pejorativos criados pelo público. Outras responderam ataques com humor, ironia ou autenticidade. Em vez de esconder imperfeições, decidiram expô-las e assumir uma personalidade própria. Isso cria identificação porque o público percebe espontaneidade em um cenário cada vez mais artificial e calculado.

A publicação também chama atenção para algo importante: críticas nem sempre produzem afastamento. Em alguns casos, despertam curiosidade. Pessoas passam a conhecer uma marca justamente porque ouviram falar mal dela. A indignação vira compartilhamento. O compartilhamento vira alcance. E o alcance, muitas vezes, acaba convertendo-se em relevância cultural e comercial.

Uma empresa forte não é aquela que nunca é atacada. É aquela que consegue responder sem perder sua essência, que transforma desgaste em presença, pressão em criatividade e rejeição em oportunidade de fortalecimento. No fim, talvez o verdadeiro diferencial não esteja em evitar críticas, mas em desenvolver inteligência para convertê-las em relevância.

Então pode me chamar de textão de LinkedIn, não tem problema., Ser criticado já não significa necessariamente perder espaço. Em muitos casos, significa exatamente o contrário. Isso, claro, se a empresa tiver a ousadia de transformar uma crítica violenta, exagerada ou até infundada em algo que potencialize sua presença e sua imagem.  Uma análise publicada pela MIT Sloan Review Brasil Empresas perceberam que, em um ambiente dominado pelas redes sociais e pela disputa permanente por atenção, a indiferença pode ser mais perigosa do que a crítica.

Existe algo quase teatral na forma como o público consome conflitos hoje. Uma marca criticada vira assunto. Um erro vira tendência. Uma campanha rejeitada por um grupo encontra apoio apaixonado em outro. A indignação também produz audiência, compartilhamentos e reconhecimento. Muitas vezes, pessoas que nunca haviam ouvido falar de determinada empresa passam a conhecê-la justamente por causa da controvérsia.

Uma empresa forte não é aquela que nunca é atacada. É aquela que consegue responder sem perder sua essência, que transforma desgaste em presença, pressão em criatividade e rejeição em oportunidade de fortalecimento. No fim, talvez o verdadeiro diferencial não esteja em evitar críticas, mas em desenvolver inteligência para convertê-las em relevância.

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FONTE/CRÉDITOS: Felipe Gabriel Schultze
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