CRICIÚMA – Os cerca de 320 trabalhadores do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina (HMISC) cruzam os braços a partir das 6h da manhã desta sexta-feira (6). A greve, aprovada por tempo indeterminado, ocorre após uma série de tentativas de negociação com o Instituto Ideas, organização responsável pela gestão da unidade hospitalar.
As reclamações da categoria se arrastam desde o início do ano. No dia 5 de fevereiro, uma paralisação de advertência já havia sido realizada para cobrar o repasse do vale-alimentação, vale-transporte e a regularização do FGTS em atraso. Segundo o presidente do Sindisaúde, Cléber Ricardo da Silva Cândido, questões críticas como a falta de repasse dos descontos de empréstimos consignados aos bancos e erros no pagamento do complemento do piso da enfermagem — que geram prejuízos de até R$ 300 por trabalhador — seguem sem solução.
"O objetivo é cobrar uma solução para problemas que impactam diretamente a vida de quem está na linha de frente", reforça Cléber. Apesar da paralisação, o sindicato informou que o hospital manterá 50% dos atendimentos, respeitando a legislação vigente para serviços essenciais. Até o momento, a administração do hospital não apresentou uma proposta definitiva para evitar a paralisação total das atividades eletivas.
Mais Informações com Cleber Ricardo da Silva Cândido pelo (48) 9 9937-0675
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