Chapecó – O cenário político catarinense foi sacudido por uma "bomba" nos bastidores do PSD. O presidente estadual da sigla, Eron Giordani, convocou uma reunião extraordinária para a próxima segunda-feira, 16, em Florianópolis, com um objetivo claro: oficializar a expulsão do prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, do partido.
A medida, que ganha contornos de irreversibilidade, teria recebido o "sinal verde" de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD. O estopim para a ruptura é o desalinhamento interno, especialmente após o fortalecimento da ala "João fica", liderada pelo prefeito de Chapecó, João Rodrigues. O partido busca agora fechar fileiras em torno de um projeto estadual unificado para 2026, e a postura de Topázio, que declarou apoio à candidatura de Jorginho Mello, é vista como um obstáculo à coesão partidária.
Em coletiva na manhã sexta-feira, 13, em Chapecó, João Rodrigues, ao lado da esposa Fabiana e do presidente estadual do PSD, Eron Giordani, enfatizou que vem se preparando e se mantém na disputa ao Governo do Estado e que a unidade e a lealdade no PSD devem ser mantidas.
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