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Violência Doméstica

🚨 Casos de feminicídio em Lages e Criciúma têm desdobramentos na Justiça e na polícia nesta semana

📄 Em Lages, suspeito de matar a companheira a facadas é encontrado morto no Vale do Itajaí; em Criciúma, homem que simulou suicídio da namorada tem prisão preventiva decretada

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🚨 Casos de feminicídio em Lages e Criciúma têm desdobramentos na Justiça e na polícia nesta semana
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Santa Catarina – As forças de segurança de Santa Catarina registraram desdobramentos cruciais em duas investigações de feminicídio que chocaram o Estado nos últimos dias. Os casos, ocorridos em Lages (Serra) e Criciúma (Sul), mobilizaram as equipes da Polícia Civil, Polícia Científica e o Poder Judiciário na elucidação dos crimes.

🔍 Suspeito de feminicídio em Lages é encontrado morto em Agrolândia

O principal suspeito de assassinar a companheira, Adriana Aparecida dos Santos, de 37 anos, foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira (24) em uma propriedade rural em Agrolândia, no Vale do Itajaí. O corpo foi localizado por um vizinho que chegava para trabalhar no sítio e acionou as autoridades locais.

O crime ocorreu na última segunda-feira (22), em Lages. Adriana, que era mãe de dois filhos e descrita por amigos como uma pessoa alegre e dedicada, foi morta no imóvel do casal. Informações preliminares da perícia apontam indícios de estrangulamento e ferimentos por arma branca. Testemunhas relataram que, logo após o ato, o homem fugiu a pé do local dizendo ter cometido uma "besteira". A Polícia Civil informou que as circunstâncias da morte do suspeito serão apuradas dentro do mesmo inquérito que investiga o feminicídio para fechar a dinâmica dos fatos.

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⚖️ Acusado de matar namorada em Criciúma tem prisão em flagrante convertida em preventiva

No Sul do Estado, o Poder Judiciário converteu em preventiva a prisão de Eric Cunha, de 24 anos, acusado de matar a namorada, Maria Eduarda Salvaro, de 21 anos, no interior do apartamento onde o casal residia, em Criciúma. O corpo da jovem foi localizado na última sexta-feira (19) com severos sinais de asfixia.

De acordo com a denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), o acusado utilizou a corda de um roupão para enforcar a companheira e permaneceu com o corpo no imóvel por cerca de dois dias. Ao ser localizado pela Polícia Militar na cidade vizinha de Cocal do Sul, o homem alegou que o casal havia feito um pacto de fim de vida e que ele teria sobrevivido à tentativa.

Contudo, os laudos da Polícia Civil e da Polícia Científica desmentiram a versão, apontando que o suspeito tentou simular uma cena de suicídio para se esquivar da responsabilidade penal. Diante do evidente risco de fuga e da gravidade do crime, a pedido do MPSC, a Justiça determinou a manutenção da prisão por tempo indeterminado.

FONTE/CRÉDITOS: PMSC/PCSC
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