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Segunda-feira, 16 de Março 2026

Justiça

🚨 Gaeco deflagra "Operação Varredura" contra fraudes em licitações de limpeza urbana no Sul de SC

🧹 Investigação mira esquema de favorecimento a empresas e contratos emergenciais irregulares; empresários e agentes políticos estão entre os alvos

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🚨 Gaeco deflagra
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Criciúma – O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou, na manhã desta terça-feira (10), a "Operação Varredura". A ação visa desarticular um suposto esquema de fraudes em contratos e licitações de limpeza urbana firmados a partir de 2018. Foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão em Criciúma, Balneário Rincão, Forquilhinha e Curitiba (PR).

As investigações apontam para a prática de crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e fraude em licitações. O esquema envolveria acordos entre empresas concorrentes, formação irregular de consórcios e a sobreposição de contratos para um mesmo serviço. Segundo o Gaeco, o grupo agia para frustrar a competitividade dos certames, garantindo que determinadas empresas fossem contratadas repetidamente, muitas vezes através de contratos emergenciais sem respaldo jurídico.

Além da "Operação Varredura", o Gaeco deflagrou simultaneamente a "Operação Skyfall", focada em irregularidades na contratação de empresas de tecnologia e geoprocessamento. Esta é a quinta vez que o órgão cumpre mandados em Criciúma apenas em 2026, reforçando uma série de investigações sobre a gestão de espaços públicos e serviços municipais. O processo tramita em sigilo e novas informações devem ser divulgadas conforme o avanço dos autos judiciais.

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A Prefeitura Municipal de Criciúma se pronunciou em nota sobre a operação Operação Varredura, confira abaixo:

O Governo de Criciúma informa que os mandados de busca e apreensão de documentos cumpridos na manhã desta terça-feira (10) no Paço Municipal Marcos Rovaris, segundo o Ministério Público de Santa Catarina, dizem respeito a contratos firmados em 2018. A Administração Municipal permanece à disposição para contribuir com as investigações.

FONTE/CRÉDITOS: MPSC
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