Florianópolis – A movimentação política em Santa Catarina já evidencia o início das articulações para as eleições de 2026. Nas últimas semanas, agendas regionais, encontros partidários e eventos intensificaram a presença pública de pré-candidatos e lideranças estaduais, em um cenário típico de pré-campanha. O governador Jorginho Mello ampliou sua agenda no Sul do Estado ao cumprir compromissos nas regiões da Amrec e da Amurel, aproximando-se de bases eleitorais e cotando o ex-prefeito de Joinville, Adriano Silva, como possível vice, além de Caroline De Toni e Carlos Bolsonaro para o Senado.
Paralelamente, o ex-prefeito de Chapecó, João Rodrigues, intensificou conversas no Alto Vale buscando uma composição com o MDB, tendo o deputado federal Carlos Chiodini cotado para a vice-governadoria. Outro nome de peso nas negociações é o senador Esperidião Amin, que busca a reeleição. Dentro da federação entre Progressistas e União Brasil, Amin e o deputado federal Fabio Schiochet lideram as definições estratégicas, enquanto nomes como Antídio Lunelli e Clenilton Pereira aparecem cotados para o Senado. Com as convenções partidárias previstas para agosto de 2026, a tendência é de intensificação das agendas regionais e consolidação de alianças nos próximos meses.
Já o PT, PSB e PDT reuniram-se em São José com lideranças como Décio Lima e Afrânio Boppré. O bloco trabalha com o nome de Gelson Merísio como pré-candidato ao governo, tendo Ângela Albino como possível vice, e foca em repetir o desempenho de 2022, quando a esquerda chegou ao segundo turno no Estado.
Com informações de Upiara Boschi
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